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terça-feira, 15 de outubro de 2013

DEPRESSÃO INFANTIL:


DEPRESSÃO INFANTIL:


A depressão hoje é considerada o MAL DO SÉCULO. Ela atinge todas as faixas etárias, desde um bebê até um idoso.
Neste artigo eu vou abordar um pouco da depressão infantil, pois ela tem sintomas muito diferentes da depressão no adulto e no adolescente.

O assunto é muito amplo, este artigo é apenas uma pequena pincelada sobre ele, em caso de dúvidas sobre o diagnóstico, solicito que levem o menor à uma avaliação profissional seja no serviço público ou particular. A depressão infantil é uma doença grave e importante e necessita de acompanhamento especializado.

Crianças ficam deprimidas? Essa é uma das dúvidas mais comuns e que infelizmente, na grande maioria das vezes, além de mal respondida é negligenciada pelos pais e familiares dos pequenos por total desconhecimento.

SIM. A Depressão Infantil é uma doença importante e seu diagnóstico deve ser muito bem feito para não ser confundido com outras patologias ou distúrbios de comportamento.

A Depressão infantil é um estado psicológico que deve ser observado pelos adultos responsáveis, já que a criança não alcançou maturidade necessária para reconhecer suas próprias emoções.

Abaixo, descreverei alguns sintomas muito comuns em estados depressivos em crianças de diferentes fases:


Na fase pré escolar: Inquietação motora, retraimento, choro frequente, recusa em se alimentar, perturbação do sono, apatia (indiferença), pouca ou nenhuma resposta aos estímulos visuais e verbais, mudança súbita e inexplicável de comportamento, queixas de dores de cabeça e estômago, isolamento social, dificuldade na evolução da linguagem, movimento ou reações lentas.

Na fase entre 07 e 12 anos: Sintomas somáticos (dores abdominais, falha em adquirir peso esperado para a idade, fisionomia triste, irritação, diminuição de apetite, agitação psicomotora ou hiperatividade, retardo psicomotor, distúrbios do sono, ficar balançando o corpo ou fazendo movimentos repetitivos, agressividade com os outros ou consigo mesmo, regressão na linguagem, enurese (dificuldade em controlar a urina), dependência excessiva de outras pessoas, raiva, irritabilidade, mal humor, recusa em ir para a escola, dificuldade de concentração, queda no rendimento escolar, choro sem motivo aparente, problemas de comportamento.

É muito importante que percebamos que estes sintomas são facilmente confundidos com falta de vontade, preguiça, problemas de comportamento e ou de aprendizagem e muitas dessas crianças acabam ficando de castigo o que só piora o quadro da doença.

A depressão infantil dificilmente tem indicação medicamentosa. O tratamento psicológico é fundamental para ajustar essa criança com a nova realidade de vida e ensiná-la a lidar com as limitações e frustrações que a vida impõe.

Nos dias de hoje, trabalhamos exaustivamente a fim de tentar oferecer o melhor apoio financeiro à nossa família. Quando chegamos em casa, muitas vezes exaustos, ainda temos uma segunda jornada, a doméstica.
Assistir Tv jogado num sofá não é nem de longe a melhor maneira de interagir com as crianças. Colocá-las em um número enorme de atividades a fim de ocupar o tempo delas, também não é o mais indicado.

Precisamos rever nossos papeis de pais e educadores, precisamos dividir melhor nossas agendas, é possível sim educarmos com qualidade, sermos excelentes profissionais e pais presentes e participativos na vida de nossas crianças.

É claro que a depressão é um assunto muito mais amplo do que simplesmente dar atenção e amor. Mas ao dispensarmos parte do nosso tempo para estar com nossos filhos, dando- les carinho, atenção, praticando esportes junto com eles, participando ativamente do dia a dia deles... o trabalho psicoterapêutico, irá ter um resultado absurdamente mais rápido e eficaz!


Somos hoje o reflexo do nosso ontem!




Dra. Luciana Muszalska  - Psicóloga Clínica –
Atuou como consultora das Tvs Bandeirantes, Record e Rede Tv.                 
 (12) 9619 2019 Vivo / (11) 9 5444 7347 Tim                                                                                         Consultório: Rua Conceição, 711 – Centro – Ubatuba – SP. 


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Falta de limite, Depressão ou TDAH (Déficit de atenção)?

Falta de limite, Depressão ou TDAH (Déficit de atenção?

Porque será que nos Estados Unidos 9% das crianças em idade escolar foram diagnosticadas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e são tratadas com medicamentos e na França, o percentual desse mesmo diagnóstico cai para 0,5%?                             
Porque é que nos Estados Unidos ela é considerada uma epidemia e na França ele é quase desconsiderada?
Minha intenção com este artigo é chamar vocês, pais, avós, educadores e médicos para uma reflexão. Não sou dona da verdade, nem quero dizer que seu filho não sofre de TDAH, mas afirmo que no Brasil, muitas crianças que estão sendo tratadas como portadoras de déficit de atenção e hiperatividade quando o diagnóstico correto não é este.
TDAH é um transtorno biológico-neurológico? Absurdo, mas a resposta a esta simples pergunta depende de onde você mora. Nos Estados Unidos, os psiquiatras pediátricos consideram o TDAH como um distúrbio biológico, com causas biológicas e por este motivo o tratamento escolhido obviamente também é o biológico, ou seja, medicamentos estimulantes psíquicos, os mais conhecidos são a Ritalina e Adderall.                                                                             
Por outro lado, na França, os psiquiatras infantis tem outra opinião, para eles o TDAH é uma condição médica que tem causas BIO-PSICO-SOCIAIS, portanto ao invés deles tratarem os problemas de concentração e de comportamento com medicações, eles preferem avaliar o problema causador do sofrimento da criança, ou seja ao invés de tratar o cérebro da criança, eles tratam o comportamento da criança com psicólogos infantis,  psicoterapia familiar ou ainda com psiquiatras infantis.
Esta é uma maneira muito diferente de ver as coisas, comparada à tendência americana de atribuir todos os sintomas de uma disfunção biológica a um desequilíbrio químico no cérebro da criança.
No Brasil, somos muito influenciados pela cultura americana e obviamente os padrões de atuação são, na sua grande maioria, influenciados por essa linha medicamentosa.                                                    
Na França existe o CFTMEA, criado em 1983 e atualizado em 1988 e 2000, que vem a substituir o DSM-3 e DSM-4. O CFTMEA, tem como foco identificar e tratar as causas geradoras do problema que causam os sintomas e não somente medicar as crianças para diminuir o comportamento agressivo.
Quem está certo ou errado? Impossível responder.
Há mais de 15 anos, eu, Luciana Muszalska, Psicóloga Clínica venho obtendo resultados fantásticos tratando os meus pacientes na linha da visão francesa. Sim, eu procuro a causa tanto para tratar TDAH, Depressão, Síndrome do Pânico, Dependência Química e diversas outras patologias.
É óbvio que o medicamento é fundamental nessa primeira fase de tratamento, pois sem ele, eu seria incapaz de alcançar alguns resultados. Mas eu afirmo com toda a certeza do mundo, é possível tratar pacientes e ter resultados fantásticos atuando na linha dos médicos e psicólogos franceses. É isso o que eu faço, há quase duas décadas.
É claro que a educação na França e nos Estados Unidos são completamente diferente.
Os limites educacionais na França são muito mais rígidos que os americanos e brasileiros.                                              
A filosofia dos pais franceses é diferente da dos pais americanos. Os franceses acreditam que limites aplicados de forma coerente, geram crianças mais seguras.                                                           
Eu compartilho dessa opinião, não só como psicóloga, mas também como mãe de dois adolescentes.                                                                                                                                                                 
Limites geram crianças mais seguras, adultos mais bem preparados para o futuro, um maior senso de responsabilidade, menor índice de suicídio e importante diminuição nos índices de dependência química.
Mais uma vez eu gostaria de fazer essa reflexão com vocês.  Muitas das crianças que eu atendi durante os meus quase 20 anos de consultório, são quem mandam e desmandam em casa.                                     

Os pais chegam exaustos do trabalho e se deparam com a bagunça generalizada, a criança gritando, se jogando no chão, batendo no irmãozinho, as constantes reclamações da escola... Realmente é uma situação INSUPORTÁVEL. Levá-lo ao médico e pedir “algo” que resolva o problema é muitas vezes o caminho mais fácil e barato, mas nem sempre mais efetivo.

O pior é que, essa criança crescem sem aprender a lidar com limites, sem se frustrar, sem crescer emocionalmente, e quando chegam na adolescência ou na fase adulta, a vida se torna... totalmente sem sentido. As drogas, a bebida, a agressividade, o suicídio acabam sendo algumas possibilidades a serem consideradas.

Meu questionamento é:

Que tal se você tentar mudar o foco e tratar a causa e não a consequência?


Dra. Luciana Muszalska  - Psicóloga Clínica –
Atuou como consultora das Tvs Bandeirantes, Record e Rede Tv.                                                      (12) 9619 2019 Vivo / (11) 9 5444 7347 Tim                                                                                         Consultório: Rua Conceição, 711 – Centro – Ubatuba – SP. 
                       www.lucianamuszalska.com.br



segunda-feira, 26 de agosto de 2013

À MÃE E AO PAI DE UM ABUSADOR DE DROGAS

                           

                             À MÃE E AO PAI DE UM ABUSADOR DE DROGAS

 

Os pais chegam ao consultório DESESPERADOS. O que fazer para minimizar tamanho sofrimento? Como ajudar esses pais que criaram esse filho com tanto amor e vêem ele se destruindo?.

Tudo que os pais desejam neste momento é ter a CERTEZA de que serão capazes de trazer seu filho de volta para a saúde e felicidade, ou seja, que vão conseguir livrar seu filho das drogas.

 Na relação entre pais e filhos a relação emocional é muito grande, pois foram eles que viram os primeiros passos desse “bebê”, foram eles que passaram noites e noites acordados cuidando do filho, foram eles que o acompanharam  pela 1ª vez a escola, eles SE SENTEM RESPONSÁVEIS pela felicidade do filho.

A reação mais comum dos pais  é tratá-lo  como se o filho ainda fosse uma criança. Normalmente o amor e orgulho dos pais atrapalham a recuperação do filho pelo excesso de permissividade. Os pais perdoam, buscam desculpas e justificativas para o comportamento dos filhos e acreditam que TUDO o que eles estão fazendo vai ajudar seu filho. Mas INFELIZMENTE, não é bem assim que ocorre na maioria dos casos, pois se TUDO estivesse bem, e nada tivesse que ser mudado, provavelmente  seu filho não estaria envolvido com as drogas, sei que é difícil admitir isso, mas é necessário! Precisamos ouvir a verdade,  pois só assim poderemos curá-lo de verdade! A dependência química é uma DOENÇA! Sim, uma doença, e como tal merece cuidado e tratamento.

Não é nada fácil conviver com um comportamento instável do dependente químico, alguns pacientes apresentam hiperatividade, congestão nasal crônica, irritabilidade, mudanças de humor, insônia noturna, depressão severa, perda excessiva de peso, falta crônica de motivação, paranóia, suor excessivo nas roupas, abandono geral de higiene pessoal.
Esses pais e familiares passam noites aguardando ansiosamente pelo som da chave na porta a espera do filho entrando em casa, pagam contas de telefone cada dia mais altas, percebem que as suas vidas transformaram-se numa completa bagunça. São contas enormes, dívidas, ameaças contra a vida de seus filhos, quando não chegam ao ABSURDO de irem buscar drogas para o filho para que ele não seja morto... no percurso.
Sim! Eu já ouvi em meu consultório relatos de familiares que chegavam a comprar drogas para que o filho usasse em casa, e não morresse na rua... A família está tão perdida, que faz sacrifícios ENORMES assumindo as contas que seriam do filho. A droga, desestrutura TODA A FAMILIA,  e não somente o dependente químico, alguns chegam a culpar membros da família pela dependência química... Por este motivo é FUNDAMENTAL  a necessidade de pedir ajuda a um profissional especializado na área.

                                        Você só pode ajudar enfrentando os fatos!

                                Sozinho, você não consegue impedir o abuso de droga dele.

                                  Não adianta brigar, conversar, ser bonzinho ou bravo...

 

Você pode ajudá-lo melhor se puder convencer a sí próprio que quanto mais RESOLVER os problemas dele, pior será! Dificílimo aceitar isso, eu sei. Mas é a pura verdade!

Se você assume as responsabilidades dele,  cria desculpas para ele,  você não estará ajudando.
Existem dependentes que vendem os móveis de casa, que vendem a cama, o colchão, o fogão, o bujão de gás... e a família compra tudo novamente, por ter dó de vê-lo nessa situação... mas ao fazer isso, você só o estará ajudando a continuar se drogando.
Pergunte-se honestamente, se você não está cometendo algum dos comportamentos abaixo, eles dificultam a recuperação do dependente químico. Ou seja, Sem ter a intenção, muitos pais acabam ajudando a manter seus filhos na situação de dependentes químicos.


1-      Negação: Ele não é dependente químico, é coisa da idade, vai passar...
2-      Justificar: Desde que o pai dele morreu.... o trabalho dele exige demais.... coitado....
3-      Guardar: Esconder seus sentimentos dentro de você. Não pedir ajuda a um profissional especializado
4-      Evitar problemas: Proteger excessivamente, acreditando que a falta de conflito fará com que ele não utilize as drogas.
5-      Minimizar: Não é tão mal assim.... As coisas vão melhorar quando....
6-      Proteger: Esconder de todo mundo que ele é um Dependente Químico, mesmo que todo mundo já saiba.
7-      Tranquilizar: Passar a usar tranqüilizantes, comer excessivamente ou trabalhar demasiadamente como FUGA do problema.
8-      Sentir-se culpado: assumir responsabilidades que são dele, aguentar tudo.... não ajuda em nada.

Importante: A culpa não é sua; ninguém é culpado.  Não tenha vergonha dele, não o proteja nem da polícia. Infelizmente, a tendência dos familiares é sempre a de minimizar, e isso só dificulta. Ele precisa admitir que PRECISA DE AJUDA, QUE QUER AJUDA, QUE SOZINHO ELE NÃO É CAPAZ DE SAIR DESSA!

Quanto mais rápido ele perceber isso, maior a chance de recuperação. Busque VOCÊ AJUDA, você também precisa saber como lidar com essa situação.
Ao admitir que temos problemas, que caímos, que somos frágeis, temos a chance de nos reerguer novamente!
Grupos como o NA (Narcóticos Anônimos mantém apoio gratuito aos pacientes e familiares do dependente químico).

Caso prefira o atendimento particular, procure um profissional especializado em Dependência Química!


Dra. Luciana Muszalska – Psicóloga Clínica ex-consultora das TVs Band, Record e Rede TV. Especializada em Dependência Química (Ex Responsável Técnica pela ONG Reciclázaro – Dependentes Químicos) , Adolescentes, Adultos,Psicossomática e Hipnoterapia. 
Atualmente está montando uma Instituição sem fins lucrativos para trabalhar com reinserção de moradores de rua na sociedade, além de continuar clinicando em seu consultório particular.
Consultório: Rua Conceição, 711 – Centro (ao lado do INSS). Tel (12) 9619 2019 / (11) 9 5444 7347 





sexta-feira, 23 de agosto de 2013

É POSSÍVEL SER FELIZ SOLTEIRO?

                                                        É POSSÍVEL SER FELIZ SOLTEIRO?


Comemorado nesta última quinta-feira dia 15 de agosto, o dia do solteiro traz reflexões interessantes. Uma das maiores queixas da atualidade é sem dúvida a solidão. Para muitos, estar sem um par é sinal de fracasso pessoal... Pensamentos de que o amor verdadeiro nunca será encontrado, de que a infelicidade está inter-relacionada ao fato de se estar sozinho são muito comuns.


O que muitos não percebem é que o sentimento de solidão pode surgir quando a vida amorosa está em andamento. Brigas e desentendimentos desnecessários acabam distanciando o casal, que passa a se sentir infeliz e, consequentemente, solitário, mesmo estando junto.. Muitas pessoas crescem com ideias de quem devem ser ou evitar quando atingirem forem adultos, e se casar faz parte dessas necessidade! “Quero um homem pra chamar de MEU!” diz o verso de uma música... A mídia exerce grande incentivo para que as pessoas se relacionem com outras. A idéia de que estar em um relacionamento é algo necessário e fundamental para que uma pessoa se sinta COMPLETA ainda é vendida em jornais, revistas, meios de comunicação, filmes, músicas... Essa influência, pode ter aspectos negativos na medida em que faz com que algumas pessoas se sintam infelizes eternamente. O fato de não se ter alguém, infelizmente, ainda é tido como um defeito, uma falha de personalidade. Não há absolutamente NADA de errado em se estar sozinho! É importante que reconheçamos que nossa própria companhia é uma opção pessoal, intransferível e que podemos ser felizes, independentemente de estarmos ou não nos relacionando afetivamente.

Como aproveitar o tempo solteiro?

Se você costuma se sentir sozinho frequentemente, se tem pensamentos de que solteiros estão longe de encontrar um grande amor, tente mudar o foco e comece a pensar que existem muitas pessoas como você, solteiras por opção, e que também querem se relacionar, ter amigos, sair, jantar fora, viajar, rir, se divertir.

Já pensou em formar um grupo de amigos com os mesmos objetivos? A vida é feita possibilidades, a felicidade só depende de você! O tempo se encarrega de curar muitas dores, se nos cuidarmos, se nos dedicarmos ao que realmente nos dá prazer, se tivermos amigos, se participarmos de grupos nos quais nos sintamos acolhidos, se nos dedicarmos a trabalhos sociais, podemos encontrar grande prazer e satisfação, independentemente de estarmos ou não nos relacionando afetivamente com outro alguém.

O importante é entender o porquê você está sozinho, procure refletir, converse com amigos, procure ajuda profissional caso não consiga sozinho. Você pode estar sozinho por opção pessoal, porque não encontrou a pessoa certa, porque tem traumas mal resolvidos do passado que esbarram em qualquer possibilidade de estar se relacionando com outra pessoa, O importante é entender que, você pode ser feliz ou infeliz por outros problemas que não são necessariamente o fato de você estar sozinho, e sim porque existe uma dificuldade em lidar com outras questões emocionais, como o medo de ser abandonado, o temor de depender de outra pessoa, a dificuldade em lidar com opiniões diferentes, enfim, esses fatores podem atrapalhar seus relacionamentos em geral, tanto no trabalho, quanto com os amigos, e não necessariamente na relação afetiva seja entre namorados ou na relação conjugal marido e mulher.

PROJETOS SOCIAIS AJUDAM A SUBLIMAR SOLIDÃO Incrível, mas ajudar os outros é uma excelente alternativa para lidar com a solidão. Algumas pessoas optam por retomar com antigos relacionamentos ou ficam emendando uma relação na outra somente para preencher o vazio interior. Este comportamento, aparentemente inofensivo, pode identificar uma falta de maturidade emocional, de respeito para consigo mesmo.

Encontrar um amor não pode ser um objetivo de vida!

Quem não dá um tempo entre uma relação e outra não se permite entrar em contato com seus próprios sentimentos, não vivencia o luto necessário do fim de um relacionamento, não aprende nada com ele... O ideal é que a pessoa aprenda a se namorar, a se agradar e a se valorizar, a se conhecer profundamente para que as próximas escolhas sejam mais maduras e provavelmente duradouras!



Dra. Luciana Muszalska - Psicóloga Clínica
Atuou como consultora das Tvs Bandeirantes, Record e Rede Tv.
Tel: (12) 9619 2019 Vivo / (11) 9 5444 7347 Tim.
Consultório: Rua Conceição, 711 – Centro – Ubatuba – SP.

FAÇA AS PAZES COM SEU PAI!

                                                    FAÇA AS PAZES COM SEU PAI!


Esqueça o orgulho e construa uma nova história...


Antigamente, o pai tinha muito pouca ou nenhuma importância na vida emocional dos filhos. Felizmente isso hoje não é mais verdade. Na maioria das casas da nossa geração (adultos com mais de 30 anos), era a mãe a única responsável por educar, orientar e principalmente dar carinho aos filhos. Aos Pais, cabia, prover materialmente toda a família e castigar os filhos. Injusta essa divisão de papeis? Naquela época poucas eram as famílias em que as esposas trabalhavam fora de casa... As coisas mudaram, graças à consciência de que a figura paterna é uma referência fundamental na vida de todos nós (familiares). Hoje em dia, os pais estão cada dia cuidando mais de seus filhos, dando mais amor, sendo mais próximos e interessados. Mas, aí lanço um DESAFIO...
Será que não cabe aos filhos, hoje adultos, lançar sobre seus pais um olhar um pouco mais compreensivo e condescendente? Quando se faz uma avaliação tão rigorosa e inflexível, as mágoas que já deveriam ter ficado para trás ainda repercutem nas atitudes presentes... e ambos os lados são prejudicados. Seu pai é do tipo ranzinza, "reclamão", que só vê defeito em tudo, ou se ele é do tipo apático, que não se inclui em nada, não opina e não participa; ou ainda é do tipo autoritário que só aceita as coisas do jeito dele e exige respeito e devoção às suas palavras? Bem, é claro que a convivência harmoniosa deve ter ficado um pouco comprometida ao longo da vida, mas... não seria o caso de refletir internamente e perceber que ninguém pode dar o que não tem?

Que tal dar ao seu pai o que você gostaria de receber?

É muito comum que durante a infância ou a nossa adolescência enxerguemos nosso pai como insuportável, uma pessoa que nunca te compreende, distante, pouco afetivo, etc. Mas, com o passar dos anos, precisamos aprender a resinificar essa visão, agora com olhos de adultos. Não podemos permitir que na fase adulta ainda esperemos aquele carinho e abraço que deveria ter sido dado há 20, 30 ou 40 anos atrás... mas... podemos encontrar esse abraço agora. Você já parou para pensar na possibilidade de dar HOJE ao seu pai, tudo aquilo que você gostaria de ter tido dele no passado? O passado não dá para mudar, mas o presente dá, e só depende de vocês dois!

Sugiro que você reflita... Se faltou, no passado a flexibilidade para agir de forma diferente, e se você ainda se recusa a experimentar tratá-lo com respeito e carinho, não estaria você reproduzindo o mesmo comportamento que abomina?

Chega um tempo na vida em que temos possibilidades... possibilidade de continuar a viver como sempre vivemos e por consequência obter os mesmos resultados que sempre obtivemos... ou... possibilidade de nos reeducarmos, e por consequência mudar a dinâmica de funcionamento dos comportamentos dos nossos pais também. Tudo gira em torno do dar e receber, se você vê isso como a corrente do bem, como a lei da atração, ou como uma questão religiosa... Não importa qual o seu ou o meu ponto de vista, o que importa é que nós podemos dar mais carinho, atenção, presença, conforto e como consequência estaremos recebendo mais tudo isso em troca. Interessante não? É claro que existem, infelizmente, algumas relações que foram tão abusivas no passado que acabaram por chegar a um ponto de rompimento. Nesses casos, será necessário um acompanhamento psicológico, do contrário, você infelizmente, reproduzirá o mesmo, ou o comportamento inverso com seus filhos; ambos extremamente prejudiciais. Mas existem situações em que as feridas não foram tão profundas apesar de terem deixado mágoas, e que podem e devem ser reavaliadas.

Existe um momento na nossa vida em que temos que escolher: Ou permanecemos com as nossas mágoas de crianças; ou optamos por passar por cima de tudo isso e nos abrimos para uma nova realidade mais serena junto aos nossos pais. Eu te garanto que, se você parar hoje para pensar, com os olhos do adulto que você é, você verá que nem tudo foi tão ruim e doloroso.A prendemos coisas valiosas, mesmo cercadas de rabugice, tapas, cintadas ou uma aparente indiferença. Se você tem arestas a aparar com seu pai e não sabe por onde começar, talvez ler para ele este texto, ou pedir que ele o leia, seja uma boa maneira de dar um primeiro passo!

A vida é muito curta e preciosa demais para ficarmos adiando a compreensão, o perdão, os gestos de carinho e amor. Não espere que o primeiro passo seja dado sempre pelo outro. Experimente deixar o orgulho de lado e vá buscar o que deseja. Seja paciente e perseverante, fazendo o que deve ser feito para o seu bem-estar. Se ele não corresponder à sua iniciativa logo de imediato, não desista! Nada verdadeiramente importante é conquistado sem esforço e dedicação.

O resultado, ahhh, eu não preciso nem dizer... Experimente!


Dra. Luciana Muszalska - Psicóloga Clínica
Atuou como consultora das Tvs Bandeirantes, Record e Rede Tv. (12) 9619 2019 Vivo / (11) 9 5444 7347 Tim. Consultório: Rua Conceição, 711 – Centro – Ubatuba – SP.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Estarei HOJE na Rádio Integração FM 104,9

Estarei HOJE na Rádio Integração FM 104,9 - Caraguatatuba - SP
a partir das 16:15 hs falando ao vivo de assuntos referentes à Psicologia.
Convido a todos que ouçam a programação  que também será transmitida via internet  http://www.portalintegracaofm.com.br/

Agradeço o convite de Guilherme AAraújo e aproveito a oportunidade para parabenizar Odilon Miau, Jucil Rodrigues e Guilherme Araújo pela estréia do programa  ‘FALOU TÁ GRAVADO’  que é transmitido de 2a a 6as feiras das 16h00minhs às 17h30min.

Luciana Muszalska.


sexta-feira, 26 de julho de 2013

CASAMENTO EM CRISE... ME SEPARO OU PROCURO AJUDA?


Casamento em CRISE... Me separo ou procuro ajuda?

A terapia de casal ainda é vista como uma tábua de salvação para relacionamentos à beira do abismo, mas nem sempre é isso o que realmente acontece. Em quase 16  anos de atendimento clínico, percebo que a maioria dos “casais” ainda não se casaram de fato.


Casamento significa viver A DOIS, então, o que antes era de uma maneira, agora será totalmente diferente!  Eles se casam mas não recebem um manual de como ser feliz a dois. As brigas começam com pequenas divergências de hábitos, como baixar ou não a tampa do vaso sanitário, apartar a pasta de dente no meio, deixar a louça para ser lavada no dia seguinte, querer que o outro vá ao supermercado, achar normal chegar em casa e deitar no sofá para assistir  TV (novela ou jogo). O casal vai vivendo, a relação se desgastando, um vai se afastando do outro, e quando percebem as relações sexuais vão se tornando mais e mais esporádicas, os dois não fazem mais nada juntos, acabou o AMOR? Não! Eles não aprenderam a conversar.                                                                                               

O desejo de ficar juntinho acabou, os ideais são diferentes, o diálogo... que diálogo? Não sabem nem como conversar, nunca conversaram. Todas as vezes que tentaram, as brigas levam aos gritos, e dos gritos, a perda do respeito, o silêncio reina dentro de cada um individualmente. O isolamento vai aumentando... É a solidão... A solidão apesar de estar acompanhado é a mais cruel de todas. Um se isola na internet, o outro na televisão, na rua, ou com os amigos (as), sem falar nos fanáticos por trabalho (workaholic). E os filhos? Coitados.... ficam quietinhos no quarto deles “fingindo” que estão brincando, que não estão ouvindo nada... mas eles estão ouvindo e sabendo de TUDO... A solidão e a falta de diálogo é familiar. Vivemos todos na mesma casa, nos amamos, mas não nos suportamos. Não dá mais para continuar assim... Vou me separar!                                         

Será  que existe outra alternativa? SIM EXISTE! “Minha casa caiu, acabou tudo... eu achava que o meu casamento seria para toda a minha vida.... o que eu faço agora? Eu acho que não vou suportar...” É uma das frases que mais ouço nessas situações.                                                                                          

A grande maioria dos casais nessa situação, não foram capazes de passar da fase do namoro, e achavam que morar junto/ casar era o mesmo que namorar e dormir na mesma cama, e não é.                                                                                                           
O número de separações desnecessárias é cada dia maior, e o pior, grande parte delas, poderia SIM ter sido evitadas. Pode estar certo disto!                                                  

 Fases mais delicadas do casamento, como o nascimento do primeiro filho, já são motivo para que muitos casais pensem na separação.                                                                    

Lidar com a mudança das diferentes fases da vida não é nada fácil, mas é absolutamente possível! A saída dos filhos de casa, mudanças de cidade, de emprego, e as mudanças de papéis que isso implica é outra situação que leva os casais a procurar ajuda. Para as mulheres, que são as que mais tomam a iniciativa, a falta de vontade de relacionar-se sexualmente é um dos principais motivos. Sem falar nas "emergências", como traições ou situações de luto, depressão e drogas.                                                                                          
Alguns pacientes procuram um psicólogo para se separar. Nesses casos, o encontro pode ser útil para trabalhar as mágoas e a sensação de fracasso. Mesmo que se separem, a psicoterapia é muito importante, principalmente quando tem filhos envolvidos. O que faz as crianças sofrerem é a incompetência dos pais na separação. Os filhos querem ver seus pais felizes, isso é muito mais importante do que os verem juntos e brigando, Pode ter certeza disso!

A pergunta que mais escuto é: E FUNCIONA?

Apesar de desacreditada por alguns, a Psicoterapia de Casal funciona, SIM! Veja os dados abaixo:                                                                                                                                  

A maior pesquisa clínica já feita sobre o tema afirma: Psicólogos da Universidade da Califórnia, nos EUA, atenderam 134 casais em crise profunda durante um ano. Após 26 sessões, 2/3  dos relacionamentos haviam apresentado evidentes sinais de melhora.                                                    

Cinco anos após o fim do tratamento: 50% dos casais afirmou que suas relações haviam melhorado consideravelmente, 25% se separaram, 25% seguiram casados sem mudanças.                                                                                                                           

A terapia não faz milagres e nem serve para evitar a separação a todo custo, mas ela ajuda a enxergar a relação de fora, ajuda a aprender a dialogar, auxilia nas dificuldades sexuais, ensina a ouvir, a flexibilizar, a buscar o melhor caminho para a relação, a enxergar o outro, a respeitar as diferenças e aprender a lidar com elas, a ser mais feliz junto, ou separado. É a possibilidade de um novo começo,e não de um re- começo, pois se lá estão, se procuram ajuda DE VERDADE é porque ainda existe algum sentimento, e se existe sentimento, há possibilidade de ajudar este casal!                                                             

  Nas grandes crises, o primeiro objetivo é ajudar o casal a decidir que caminho seguir. Se a separação for a melhor saída, o psicólogo ajudará a reduzir os danos. Uma separação é traumática por si só, minimizar as dores é sempre uma opção a ser considerada.                                                                                         

O papel do psicólogo não é decidir quem tem razão. É interessante que muitos casais brigam porque um fala uma coisa, e o outro entende outra, completamente diferente. Eles estão tão na defensiva, que não são mais capazes nem de ouvir o parceiro. A comunicação está sempre muito comprometida nesta fase, as acusações são constantes, há ainda casais que continuam vivendo após anos de casamento, como se ainda fossem solteiros.                                                                                                                                 

Apesar das vantagens da terapia de casal, há situações em que o atendimento individual é mais indicado. Algumas dificuldades nas estruturas individuais devem ser tratadas individualmente. Ciúme patológico, depressão, baixa autoestima são alguns dos temas que em geral são tratados individualmente. Em algumas situações faz- se necessários alguns atendimentos separados para depois juntar o casal numa única sessão.                            

Em média, o atendimento dura de três meses a um ano. Cada casal tem um tempo e uma dinâmica de funcionamento, alguns casais demoram mais tempo, e é normal. A saída dos filhos de casa, a mudança de papéis que isso implica é outra situação que leva os casais a procurar ajuda.                                                                                                               
As mulheres, que são as que mais tomam a iniciativa para o início da terapia de casal, queixam- se constantemente da falta de vontade de relacionar-se sexualmente com o parceiro. Existem casos, que são considerados "emergências", como traições ou situações de luto e depressão, e apesar de muito mais complicados, ainda assim é possível, caso se deseje, começar novamente.

“O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência” (Henry Ford)

Dra. Luciana Muszalska – Psicóloga Clínica ex-consultora das TVs Band, Record e Rede TV. 
tel 12 9 9619 2019 vivo / 11 9 5444 7347 tim (para agendamento de consultas).
Consultório: Rua Conceição 711 - ao lado do INSS - Ubatuba, Centro SP

domingo, 21 de julho de 2013

NÃO CONSIGO LIDAR COM O MEU FILHO, ELE NÃO ME OBEDECE EM NADA!


Não consigo lidar com o meu filho, ele não me obedece em nada!

Caso fictício: “Tenho um menino de 7 anos que não obedece absolutamente nenhuma ordem minha. Eu não sei mais o que fazer.
Ele me desafia o tempo todo, não consigo fazer ele dormir antes das 02 da manhã, joga todos os brinquedos pela casa, quando tento guardar seus brinquedos no quarto dele ele vai jogando tudo para fora, pega o lanche da escola e joga no chão, faz birra. Não se quer vestir...  Estou exausta, já tentei de tudo. Meus familiares reclamam do meu filho e dizem que eu não sei colocar limite, mas eu faço de tudo e ele não me obedece. 

O que eu faço?

Você já ouviu falar em  Transtorno Desafiador Opositivo?



 Ele atinge em geral  a faixa compreendida entre 7 a 10 anos de idade, e cerca de 2 a 16% das crianças em idade escolar... e pode perdurar por toda a vida, levando inclusive a outros transtornos mais sérios.

COMO SABER SE SEU FILHO SOFRE DESTE TRANSTORNO?

Segundo o CID 10 (Código Internacional de Doenças): Ele é classificado como F91.3 - 313.81.                                                                                                                                                      
A principal característica do Transtorno Desafiador Opositivo é a observância de um comportamento negativista, desafiador, desobediente, hostil principalmente com figuras de autoridade (família).                                                                                                                       
Ele persiste por pelo menos 6 meses e para se fechar o diagnóstico e percebemos a ocorrência frequente de pelo menos quatro dos seguintes comportamentos citados acima.                                                                                                                                                    
Para que se confirme o diagnóstico, estes comportamentos devem ocorrer com maior frequência do quem em crianças da mesma faixa etária e é importante observar se isso vem prejudicando tanto socialmente, nos estudos, ou nas atividades extra curriculares . Em geral, estes comportamentos são mais frequentes em casa ou em lugares que a criança se sinta muito a vontade, mas também podem ocorrer na escola, no supermercado, na rua e etc.                                                                                                                         
É fundamental que essa criança seja avaliada por um profissional experiente em caso de dúvidas, pois muitos fatores podem levar a comportamentos bem parecidos.                             
Mesmo quando o diagnóstico deste transtorno não é confirmado,  pacientes que apresentam comportamentos neste nível devem obrigatoriamente ser acompanhados por psicólogos.                                                                                                                                    
Existem inclusive casos mais graves que necessitam  de medicação como complemento ao tratamento psicológico.                                                                                                                
Durante os anos escolares, pode haver baixa autoestima, instabilidade do humor, baixa tolerância à frustrações, uso de palavrões, uso precoce de álcool, cigarro ou drogas. Existe frequentemente conflitos com os pais, professores, irmãos e companheiros.                                  
Pode haver um círculo vicioso, no qual os pais e a criança trazem à tona o que há de pior um do outro.                                                                                                                                      
O Transtorno Desafiador Opositivo é mais comumente encontrado em famílias em que as crianças são cuidadas por diferentes pessoas, com diferentes regras ou em famílias nas quais as práticas são ora extremamente flexíveis, ora extremamente rígidas. São comuns casos em que a educação dessas crianças é feita por uma terceira pessoa que não os pais.                                                                                                                                                 
É interessante notar que O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade também é comumente encontrado em crianças com Transtorno Desafiador Opositivo, bem como os Transtornos da Aprendizagem e da Comunicação.                                                                            
É muito comum em crianças pré-escolares e adolescentes, deve-se ter cuidado ao fazer o diagnóstico de Transtorno Desafiador Opositivo, especialmente durante esses períodos do desenvolvimento.                                                                                                                                  
O número de sintomas de oposição tende a aumentar com a idade, e em geral continua e até se agrava na fase adulta. O início é sempre gradual, e pode levar, quando não tratado na fase inicial (infância e adolescência) ao Transtorno da Conduta na fase adulta. O Transtorno Desafiador Opositivo é mais comum em famílias nas quais existe discórdia conjugal.                                                                                                                                                   
Os comportamentos de oposição também devem ser diferenciados do comportamento que resulta da desatenção e impulsividade no Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade. Quando os dois transtornos ocorrem simultaneamente, ambos os diagnósticos devem ser feitos.                                                                                                        
O comportamento oposicional é uma característica típica de certos estágios do desenvolvimento (infância ou adolescência).                                                                                        
Um diagnóstico de Transtorno Desafiador Opositivo deve ser considerado apenas se os comportamentos ocorrem com maior frequência e têm consequências mais sérias do que se observa tipicamente em outros indivíduos de estágio evolutivo comparável e se acarretam prejuízo significativo no funcionamento social, acadêmico ou ocupacional.
Observe seu filho atentamente, e na dúvida, procure orientação de um profissional.

Algumas dicas práticas podem ajudar:

1 - É indicada a realização de esportes coletivos, para auxiliar na socialização e na formação de conceitos como disciplina e respeito; judô, caratê são altamente indicados.

2- Explicar claramente regras e instruções, ou seja, trabalhar a questão dos LIMITES!
3 - Proponha acordos de forma assertiva...
4- É FUNDAMENTAL que se elogie atitudes positivas;
5- Evite ao máximo punições físicas!!!
6- Retire privilégios (computador, tv...) em casos de agressividade; e não o puna física ou emocionalmente!
7- Momentos de lazer com toda a família são de grande importância. 

A integração familiar é essencial para o sucesso do tratamento!


E geral o tratamento utilizado para crianças e adolescentes

com esse diagnóstico é a utilização de técnicas cognitivo-comportamentais
associada à orientação a pais e professores.                                                                                         

Não existe ainda um medicamento específico para tratar este transtorno, em casos muito severos alguns farmacológicos podem ser utilizados como coadjuvantes a psicoterapia e exercem a função de AMENIZAR os sintomas.                                                                          

Desvantagem: Quando não tratamos a CAUSA... não aprendemos NADA com isso. Neste caso, deve ser analisada a real necessidade do uso de medicação, e de preferência por um curto espaço de tempo, até que a psicoterapia comportamental cognitiva e o acompanhamento familiar surjam efeito.


quarta-feira, 17 de julho de 2013

COMO FUNCIONA A ORIENTAÇÃO PSICOLÓGICA ON-LINE?


                      Como funciona a ORIENTAÇÃO PSICOLÓGICA ON- LINE?

A Orientação Psicológica Online é uma prática Psicológica reconhecida pelo Conselho Federal de Psicologia desde 2005. A partir da Resolução CFP n°12/2005.
Em novembro de 2012 o Conselho Federal de Psicologia editou nova normativa: a Resolução CFP n° 11/2012 que regulamenta os serviços psicológicos realizados por meios tecnológicos de comunicação à distância, o atendimento psicoterapêutico em caráter experimental e revogou a Resolução CFP N.º 12/2005.

A Orientação Psicológica On-line tem o objetivo de ajudar as pessoas de forma pontual, em diversos momentos da vida.

É um processo focal e extremamente eficiente. Uma alternativa útil quando a pessoa necessita de aconselhamento psicológico, avaliação emocional,  apoio para lidar com diferentes questões como por exemplo: Orientação profissional, Consultoria empresarial, diferentes tipos de conflitos interpessoais, Crises agudas de ansiedade, crises no casamento, problemas relacionados com a gravidez, dificuldade em enfrentar situações de perdas (emprego, relacionamento, falecimento, doenças graves entre outras).
É uma nova alternativa que visa basicamente auxiliar pessoas que tem dificuldade no atendimento presencial (pessoas que viajam muito, que residem em locais de difícil acesso, pacientes que estão morando em outros países que não são os seus de origem, e que ao procurar ajuda profissional no pais que residem além de encontrar dificuldade com o idioma, ainda tem uma questão muito importante, que é a questão CULTURAL. Cada país tem seus hábitos e costumes. Muitas vezes percebo que pacientes que foram transferidos para outros locais sofrem dificuldades de adaptação na nova fase de vida. Também é muito interessante para pacientes que apresentam dificuldade de locomoção, ou até com com Síndrome do Pânico, entre outras necessidades).

O sigilo profissional é um compromisso inerente ao trabalho do psicólogo, sendo igualmente respeitado tanto no atendimento presencial quanto no atendimento online.

É fundamental que a pessoa que busca este atendimento tome as devidas precauções quanto à uma sala tranquila, bem iluminada, com fone de ouvidos para que o som não fique acessível a outras pessoas e principalmente, uma câmera de boa qualidade.


 A Orientação Psicológica Online pode ser realizada apenas por maiores de 18 anos, e através de meio eletrônico que permita voz e vídeo simultaneamente. O programa mais comumente utilizado, é o  SKYPE.

Maiores informações a respeito, enviar email para lucianamuszalska@hotmail.com com seu nome, e email., e telefone.